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Tratamento de Efluentes

Tecnologia 100% natural aplicada ao tratamento de efluentes domésticos e industriais.

Desenvolvida pela Bioideias, a Biopolimeraze atua como fracionador de sólidos em suspensão, floculador e inversor molecular, resultando na descontaminação do efluente e na eliminação de odores. O resultado desse tratamento de efluentes de base natural, promove a transformação do lodo em insumo para o segmento agrícola ou biomassa para geração de energia e ainda permite o reuso da água para irrigação de jardins, fertirrigação ou mesmo no resfriamento/aquecimento de caldeiras.
Diferente do sistema convencional, compostos por grandes estruturas que demandam alto investimento inicial e de manutenção e operação. Devido a essas características, a implantação de unidades de tratamento de efluente convencionais em cidades com menor número de habitantes se mostram economicamente inviável e assim é muito comum vermos que nesses locais não há essa estrutura.

As soluções tecnológicas desenvolvidas tem um dos objetivos de complementar e ajudar nos processos hoje existentes, ou seja, podemos através dela aumentar a eficiência dos projetos e processos de tratamento de efluente que já estão em operação. Podemos mudar a concepção de futuras unidades de modo que elas fiquem mais acessíveis financeiramente, aumentando não só a construção de novas unidades de tratamento em municípios onde antes não era viável, como tornando o processo competitivo em municípios que antes tinham prejuízos. Um dos pontos fortes da tecnologia diz respeito às membranas de ultra filtração. Essas membranas utilizadas hoje para o tratamento de efluente são sensíveis e apresentam um valor alto. Devido a sua sensibilidade a vida útil é pequena aumentando o custo de operação e manutenção das unidades que a usam. Assim, com a tecnologia de Biopolímero, desenvolvida pela Bioideias, para tratamento de efluente que ajuda no processo de decantação da matéria orgânica, conseguimos enviar para membrana um efluente com menor número de partículas e consequentemente aumentar a vida útil desse equipamento.

Apresentamos um produto de base natural e ecológico que quando utilizado, opera em unidades, além de tratarmos o efluente, tratamos também o lodo, transformando-o ou em adubo organomineral para agricultura ou fonte de matéria prima para geração de energia através da Biomassa.

Após isso, esse Organocomposto tem potencial também para ser transformado em adubo organomineral para agricultura, adicionando não só o NPK necessário para a cultura que o fazendeiro possui em sua plantação, como adição de algumas tecnologias da Bioideias que melhoram a absorção de nutrientes pela planta e assim a produtividade da mesma. Esses adubos organominerais se apresentaram mais baratos que os presentes no mercado fornecidos por outras empresas, trazendo o benefício econômico para o cliente.

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Tratamento de Resíduos

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Agricultura Sustentável

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Soluções para Aterros Sanitários

É reconhecida a importância dos aterros sanitários, afinal, toneladas de lixo são geradas por dia. O que preocupa é a consequência futura, começando pelo que se destina ao aterro, sua vida útil e os cuidados após seu fechamento.
Entendemos que a célula de um aterro é, sem duvida, seu maior patrimônio. Sendo assim, a contribuição Bioideias começa por potencializar o aumento dessa vida útil do aterro e ainda reduzir o máximo possível o seu passivo ambiental futuro!

É sabido que apenas 15% dos resíduos que chegam aos aterros são resíduos secos, e o grande vilão é justamente a parte orgânica do lixo, maior responsável pela geração de chorumes e gazes e, na maioria das vezes, nunca tratado devidamente.
Estudos nacionais da gravimetria do lixo apontam que 50% do lixo é de origem orgânica. Através da tecnologia BioIdeias, essa imensa porção pode ser tratada e transformada em insumo para agricultura e/ou biomassa para geração de Bioenergia. Seguindo os estudos, o reciclável apresenta-se na ordem de 25%, o lixo grosso especificado em torno de 15% (móveis, eletrodomésticos, etc).

Ou seja, do total do lixo, apenas 10% são restos secos, que poderiam ser enterrados. Isso aumentaria a vida útil dos aterros e nossa responsabilidade social e ambiental.
A proposta para aterros sanitários sustentáveis BioIdeias trata o chorume gerado pelo aterro existente através de tecnologia patenteada, promovendo a reutilização da água e ainda transforma os resíduos orgânicos em insumos. O lixo nosso de cada dia tem jeito!

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Resíduos Agroindustriais

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Mineração e Siderurgia

O início da expertise da Bioideias partiu desta área de atuação. Nós entendemos os grandes volumes envolvidos de minérios, resíduos de baixos teores, escórias e efluentes gerados no processo, e nossa contribuição é presente. Um exemplo de nossa atuação é com o minério de ferro, que desde a lavagem reutiliza, através do processo Bioideias, da água à pelotização.

Os rejeitos tem seu aproveitamento como insumo, utilizando a Biohidrometalurgia aliada a Biotecnologia. Esse processo tem alto potencial de resposta nos quesitos ambiental e de custo benefício. Se o problema existe, consulte nossas soluções.

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Bioenergia

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Amazônia Legal estará toda mapeada até 2017, informa órgão

O projeto de mapeamento da Amazônia Legal está em andamento e deve ser concluído até 2017, segundo o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), que coordena as operações. Cerca de 55 mil quilômetros quadrados (km²) de hidrovias navegáveis e 1,2 milhão de km² terrestres já foram cartografados.

O Projeto Cartografia da Amazônia foi lançado em 2008 e visa a atualizar e concluir as cartografias terrestre, geológica e náutica dos 35% da Região da Amazônia sem informações na escala de 1:100.000, que são mais detalhadas. Dos 5,2 milhões de km² da Amazônia Legal, 1,8 milhão de km² não tinham informações cartográficas nessa escala.

Mais importante que a base estruturante da cartografia são os desdobramentos temáticos para as instituições, órgãos e municípios da região, avalia o diretor de Produtos do Censipam, Péricles Cardim. “Traduzir as informações dos mapas e pegar todo o montante desse conhecimento para subsidiar o poder decisório de outros órgãos era o que faltava na Amazônia”, disse.

As cartografias auxiliam o planejamento e a execução de projetos de infraestrutura, como rodovias e hidrelétricas, regularização fundiária, segurança territorial e desenvolvimento regional.

Os 55 mil km² de hidrovias já cartografados correspondem a 90 cartas náuticas produzidas ou atualizadas até 2013. Neste ano serão mapeadas mais cerca de 9,5 mil km², em 19 cartas náuticas, sendo que sete foram finalizadas até o último mês de maio. O objetivo é ampliar a segurança da navegação nos rios dos estados do Amapá, Amazonas, parte do Acre, Maranhão, de Mato Grosso, do Pará e de Roraima.

Até 2008, dois navios se dedicavam a mapear a Região Amazônica, mas, segundo Cardim, não conseguiam atingir afluentes mais distantes. Então, dentro do projeto, a Marinha recebeu cerca de R$ 43 milhões, sendo que 90% dos recursos foram para a construção de quatro navios menores, hidroceanográficos, e um de maior porte, oceanográfico. “A partir dessa capacidade, a Marinha amplia a cobertura, ano a ano, nos locais sem mapas ou que precisam de revisita.”

Mais de 95% de todo o transporte comercial da região ocorre por meio dos rios. Além disso, o transporte fluvial de passageiros movimenta anualmente 8,9 milhões de pessoas. A segurança de navegação também interfere no cálculo do seguro do frete comercial, influenciando diretamente no preço dos produtos transportados e afetando toda a economia regional.

Além dos navios, o projeto destinou recursos para investimentos como modernização dos sistemas de aquisição e processamento de dados de aeronaves especializadas em sensoriamento remoto, software e hardware para o tratamento e processamento dos dados e imagens, bem como da capacitação de recursos humanos.

Segundo Péricles Cardim, o mapeamento geológico foi o que alavancou o projeto todo, levando também a parte mais substancial dos recursos: R$ 176 milhões. “É um mapeamento que vai delimitar com qualidade a real riqueza mineral que temos na Amazônia”, disse o diretor.

Entretanto, segundo ele, são informações que dependem de aprovação e regulamentação do novo Marco Regulatório da Mineração. “É uma informação importante para ordenar como serão exploradas as riquezas”, explicou o diretor do Censipam.

O Projeto Cartografia da Amazônia tem como executores a Marinha, o Exército, a Aeronáutica e o Serviço Geológico do Brasil (CPRM). O orçamento total é de R$ 350 milhões.

FONTE: http://noticias.terra.com.br/ciencia/sustentabilidade/meio-ambiente/amazonia-legal-estara-toda-mapeada-ate-2017-informa-orgao,78cf9e5f3d4c6410VgnCLD200000b1bf46d0RCRD.html

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